O pensamento pós-moderno e a falência da modernidade - Juremir Machado da Silva

O pensamento pós-moderno e a falência da modernidade - Juremir Machado da Silva

O pensamento pós-moderno – como toda análise complexa do mundo e de suas sociedades – está distanciado no tempo face a seu objeto. A fluidez da realidade que nos dispomos a investigar torna impossível e indesejável ombrear-nos com as assertivas da modernidade. Cheias de certeza e com pretensões universais. Limitamo-nos a um olhar sobre o mundo. Da perspectiva que nos toca. A partir das emoções do corpo investigador que interage. Num fluxo de mundo doravante denominado de crise. Nome do módulo: Entendendo a crise atual como o esgotamento de um modo de viver: A exigência de um novo estilo de vida.

O público também pode participar enviando perguntas antes dos eventos para o e-mail cpflcultura@cpfl.com.br, com o assunto “CAFÉ FILOSÓFICO CAMPINAS – CLÓVIS DE BARROS FILHO”. As questões serão encaminhadas ao curador e poderão ser utilizadas nos encontros. As discussões também poderão ser acompanhadas ao vivo pelo Twitter.


Juremir Machado da Silva
Juremir Machado da Silva, nascido em Santana do Livramento, Rio Grande do Sul, em 29 de janeiro de 1962, é professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, onde coordena o Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social. Graduado em História e em Jornalismo pela PUCRS (1984), Doutor em Sociologia pela Universidade Paris V, René Descartes, Sorbonne (1995), sob orientação de Michel Maffesoli, desenvolveu pesquisa em nível de pós-doutoramento, em Paris, com Edgar Morin, Michel Maffesoli e Jean Baudrillard. É pesquisador 1B do CNPq. De 1993 a 1995, foi correspondente do jornal Zero Hora, de Porto Alegre, na Europa, baseado em Paris. Desde 1999, atua como cronista do jornal gaúcho Correio do Povo, no qual assina uma coluna diária. É comentarista da Rádio Guaíba e da Rede Record RS. Traduziu para a língua portuguesa livros de Claude Simon, Alain Robbe-Grillet, Michel Houellebecq, Yves Simon, Pierre Michon, Gilles Lipovestsky, Michel Maffesoli, Jean Baudrillard e Edgar Morin, entre os quais, deste último, quatro dos seis volumes de O Método. É também o tradutor de 84 poemas escolhidos de As Flores do mal, de Charles Baudelaire. É Romancista, ensaísta e jornalista. Publicou, entre outros livros, Anjos da perdição - futuro e presente na cultura brasileira (Porto Alegre, Sulina, 1996 — Le Brésil, pays du présent. Paris, Desclée de Brouwer, 1999), A Miséria do jornalismo brasileiro (Petrópolis, Vozes, 2000) e As Tecnologias do imaginário (Porto Alegre, Sulina, 2003, publicado na França em 2008 por La Table Ronde). Obras mais recentes: Getúlio (romance histórico e biográfico, Rio de Janeiro, Record, 2004), “Aprender a (vi)ver (crônicas, Record, 2006), “Solo” (romance, Record, 2008).

Veja a íntegra da palestra

Vídeos das palestras de Campinas
Moral e estilo de vida na crise da contemporaneidade - Clóvis de Barros Filho
Consumo e trabalho na crise da sociedade contemporânea - Luciane Lucas
O pensamento moderno e a interpretação da crise na sociedade contemporânea - Julio César Pompeu

Matérias sobre o módulo
Clóvis de Barros Filho encerra primeiro módulo do Café Filosófico em Campinas
Clóvis de Barros Filho é o curador do primeiro Café Filosófico de 2009 em Campinas

Serviço:
Dia 15 de maio às 19h
Programação gratuita e por ordem de chegada a partir das 18h. A CPFL Cultura em Campinas fica na rua Jorge Figueiredo Corrêa, 1632 – Chácara Primavera. Mais informações pelo telefone (19) 3756-8000


Data: 
15/05/2009
Hora: 
19:00
Palestrante: 

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